Blog do Madeira – Tudo ou nada: agora é a Tombense

Quando saiu a escalação, o jornalista Sérgio Avelar me perguntou: “Volante no lugar de zagueiro?”. Cesinha teve que improvisar, com os jogadores pendurados.

Quando começou o jogo, um olhou pro outro e ficou com aquela cara de “não vai dar certo”.

Por isso o futebol é tão amado e odiado.

O Boa jogou pela primeira vez com aquele time. Passes desencontrados, jogador não chegava na posição na frente, atleta com a língua pra fora, sem fôlego.

Aí entra o encanto da incerteza do futebol. Jogadas individuais e muita garra compensaram a falta de entrosamento.

Nem o apito do juiz conseguiu estragar a noite do Boa.

Os gols saíram de dois pênaltis que não dava pra não marcar.

Gindre marcou os dois.

Mas o nome da noite foi de Dênis.

Depois de levar um ippon no gogó, ficou mais nervoso.

Roubava a bola e aumentava a confiança do time. Levou os dois pênaltis. Se movimentou o tempo todo.

No segundo tempo, sem nenhuma mudança, a equipe já jogava mais redondo. Com direito a tabelinha na grande área.

Do outro lado, o Villa não apresentava condição nenhuma de reação.

O segundo nome da noite: Cesinha!

O técnico interino 100% de aproveitamento, que deu espaço para todo mundo. Até colocou Igor Rayan no lugar do goleiro, no finalzinho.

Terminou Boa 2, classificado com vantagens em quarto lugar, Villa Nova 0, fora do campeonato. Agora é a Tombense, sábado, 21h, no Melão.

Texto de Marcus Madeira do Blog do Madeira.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: